sábado, 18 de dezembro de 2010

Amor e renúncia

AMOR E RENÚNCIA


A conversa informal, durante o café da manhã, foi mais uma oportunidade de aprendizado para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas.

Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.

Ela agradeceu novamente, dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar, nem adoçante dietético.

Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Então ela contou a sua história.

Disse que, logo depois que se casara, havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.

Contudo, aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.

Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto, durante a Segunda Guerra Mundial.

Disse que, por causa do racionamento, conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal davam para seu companheiro.

Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem.

Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce.

Hoje em dia, talvez uma atitude dessas cause espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.

Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.

Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou da companheira.

Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.

Não estamos falando de anulação nem de subserviência, de um ou de outro, mas, simplesmente, da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.

Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste, por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.

Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação, senão não é amor, é egoísmo.

Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude?

Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora.

Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia do lar.

Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.

* * *

O matrimônio é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos – Espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolução.

Redação do Momento Espírita, com pensamento final do verbeteMatrimônio,
do livro
Repositório de sabedoria, v.II, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Em 26.12.2008.
Disponível no CD Momento Espírita,
v. 5 e no livro Momento Espírita, v. 1, ed. Fep.



Um minuto apenas

UM MINUTO APENAS


Lúcia era uma mulher feliz. Como poucas, acreditava.

Casada com o homem por quem se apaixonara nos verdes anos da adolescência, vivia o sonho da mulher realizada. Um filho lhe viera coroar a felicidade.

Que mais ela poderia desejar?

Acordava pela manhã e saudava o dia cantarolando. Com alegria realizava as tarefas do lar, cuidava do filho, aguardava o marido.

Tudo ia muito bem. Até o dia em que descobriu que o homem que tanto amava, a traía. E não era de agora. O problema vinha tomando corpo de algum tempo.

Magoada, se dirigiu ao marido. Exigiu-lhe e falou-lhe de respeito.

A resposta foi brutal, violenta. O homem encantador tornou-se raivoso, briguento. Chegou a lhe bater.

Foi nesse dia que Lúcia teve a certeza de que seu casamento acabara. Era o cúmulo.

Não poderia prosseguir a viver com alguém que chegara à agressão física.

Então, acordou na manhã de tristeza, depois de uma noite de angústia e tomou uma séria decisão.

Iria se matar. Acabar com a própria vida. Mais do que isto. Ela desejava vingança.

Por isto, tomou o filho de 4 anos pela mão e decidiu que o mataria. Queria que o marido ficasse com drama de consciência.

Seu destino era o Farol da Barra, na cidade de Salvador, na Bahia, onde residia. Ela sabia que era um local onde o mar batia com violência no penhasco.

A rua por onde transitava era movimentada. Muitos carros. Enquanto aguardava para atravessar a rua, a criança lhe escapou das mãos e correu, entre os carros. Ela se desesperou.

Estranho paradoxo. Conduzia a criança pela mão e tencionava jogá-la do penhasco ao mar para que morresse.

Mas, quando a vê correr perigo, esquecida de si mesma, vai-lhe ao encontro, agarra-a, até um pouco raivosa. Puxa-­a pela mão.

Neste momento, a criança se abaixa, alheia a tudo que se passava, e recolhe do chão um papel.

Lúcia o arranca das mãos do pequeno e um título, em letras grandes, lhe chama a atenção: Um minuto apenas.

Ela lê: Num minuto apenas, a tormenta acalma, a dor passa, o ausente chega. O dinheiro muda de mão, o amor parte, a vida muda.

Vai andando, puxando a criança e lendo a página. Era uma página mediúnica que vinha assinada por um Espírito.

Ela terminou de ler. Passou o ímpeto. Em um minuto. Parou, olhou ao redor e verificou que tinha chegado ao seu destino. O penhasco estava próximo. Sentou-se e teve uma crise de choro.

O impulso de se matar havia desaparecido. Tornou a ler a mensagem. Ela se recordou de um senhor que era espírita e trabalhava no Banco, no mesmo onde seu marido trabalhava.

Foi para casa. Lembrou que um dia, jantando em casa dele, ele falara algo sobre Espiritismo. Algo que ela e o marido, por terem outra formação religiosa, rechaçaram de imediato.

Ela lhe telefonou, pediu-lhe orientação e ele a encaminhou a um Centro Espírita.

Atendida por companheiro dedicado, que lhe ouviu os gritos da alma aflita, passou a buscar na oração sincera, na leitura nobre, no passe reconfortante, as necessárias forças para superar a crise.

O marido, notando-lhe a mudança, a calma, no transcorrer dos dias, a seguiu em uma das suas saídas do lar. Desconfiado, adentrou ele também à Casa Espírita. Para descobrir uma fonte de consolo e esclarecimento.

Hoje, ambos trabalham na Seara Espírita. Reconstituíram sua vida, refizeram-se. Os anos rolaram. O garoto é um adolescente e mais dois filhos se somaram a ele.

* * *

Mudança de rumo. A vida muda. Em um minuto apenas. Em um minuto apenas Deus providencia o socorro.

Pode ser um coração atento, uma mão amiga ou um pedaço de papel impresso caído na calçada. Papel que o vento não levou para longe.

Um minuto apenas e o amor volta. A esperança renasce. Um minuto apenas e o sol rompe as nuvens, clareando tudo.

Não se desespere. Espere. Um minuto apenas. O socorro chega. O panorama se modifica. A vida refloresce.

Tenha paciência. Não se entregue à desesperança. Aguarde. Enquanto você sofre, Deus providencia o auxílio.

Aguarde. Um minuto apenas. Sessenta segundos. Uma vida.

Um minuto a mais...

* * *

Em um minuto apenas, a Misericórdia Divina se derrama, cheia de bênçãos, nas vielas escuras dos passos humanos. Corrige, saneia, repara, transformando-as em estradas luminosas no rumo da vida maior.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 24 do livro O semeador de estrelas, de Suely Caldas Schubert, ed. Leal.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 1, ed. Fep.
Em 11.01.2010.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A Zona Nula

A “ZONA NULA”

Muito rapidamente, a Terra vai ser transformada em um Paraíso, além de qualquer comparação. Os Anjos estarão encarregados das tarefas de manutenção da ordem necessária. Dentro de um período de 12 horas depois de ocorrido a aterrissagem maciça, organizar-se-ão programas de treinamento para cada um dos seres humanos, para que estejam devidamente informados do que acontecerá quando nós consigamos restaurar a plena consciência dos seres humanos. Os Visitantes Estelares têm tecnologia que pode fazer que os Trabalhadores da Luz obtenham uma consciência plena em um período de tempo máximo de 16 horas. Uma realidade plenamente consciente é bastante diferente do que estão esperando, e assim, os Trabalhadores da Luz estarã preparados para ajudar a todos os seres humanos localizados em seu raio de influência, a realizar seu ajuste vibratório antes da chegada à Terra, da Zona Nula do Cinturão de Fótons.
O Cinturão de Fótons é similar a um tornado maciço de energia. Na
medida em que esta nova energia entre em choque com seu corpo físico, ela viajará e se deslocará através de todas suas células, e ativará sua Glândula pineal, hoje adormecida, e simultaneamente, seu corpo físico começará a mudar seu DNA. Nesse cenário, seu corpo físico começará seu processo de transformação o que terminará com uma cura instantânea de todos os males e doenças físicas que os possam estar afligindo até esse momento.
Consequentemente, aleijados e inválidos caminharão, os cegos recuperarão a vista, os surdos começarão a escutar, e os desconsolados, sós e perdidos, estarão plenos e premiados com felicidade. Muito rapidamente, vocês se tornarão telepáticos.
Atualmente, o Cinturão de Fótons é como uma onda, que curará e sanará tudo o que esteja mau ou defeituoso, em todo seu Sistema Solar.
Consequentemente, o Sistema Solar em seu conjunto chegará a ser plenamente consciente, inclusive os planetas.
Tudo isto acontecerá em questão de horas …. e para alguns, em questão de minutos. A passagem de seu Sistema Solar pela chamada “Zona Nula” será rápida, embora talvez, um tanto incômoda para alguns, mas o importante é que graças ao efeito do Cinturão de Fótons, vocês se converterão em seres plenamente conscientes e, nesse estado, vocês poderão tornar realidade tudo o que vocês queiram que se manifeste. Logo, a “Zona Nula” já não será um problema.

seus irmãos, OS PLEYADIANOS

terça-feira, 30 de novembro de 2010

2012

Vivemos no momento histórico em que se aproxima a integral instalação da Nova Era, tempo em que efetivamente haverá mudança radical na Terra, não somente climática ou geográfica, como tanto propalado; mas, principalmente, transformações de valores e visões espirituais.

A Nova Era está sendo implantada, mais acentuadamente a partir de 2004 e, a cada ano, com mais intensidade até o derradeiro ano de 2012, conforme tem sido informado por recentes mensagens canalizadas, coincidindo estas com previsões de antigos povos e com constatações científicas.

O autor inglês, David Icke explicita que: Nós estamos agora no meio de talvez o maior desses ciclos, um que acontece, segundo estimativas, só uma vez a cada 26.000 anos, e o calendário Maya prevê que o ponto crítico de mudança é 12 de dezembro de 2012. Esse é o real ponto focal da transformação, não o manufaturado Milênio.

Estes ciclos de consciência são como entradas ou portais que se abrem para aqueles que estão pronto para passar para um estado muito mais alto de consciência. (...) Mas o que nós estamos encarando agora, ao que parece, não é um portal, mas sim um vasto abismo de oportunidades para uma transformação global que desafiará todas as crenças atuais.

Textos de escolas religiosas e de mistério têm previsto isto abertamente ou simbolicamente por milhares de anos. Agora a evidência física, espiritual e, crescentemente, científica pode confirmar que a denominada "Grande Mudança das Eras" está sobre nós.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Amar é uma ação


A princípio meu tema poderá parecer desconfortável para alguns, senão para todos nós, pois falar de amor não é fácil e escutar as vezes é mais difícil ainda, sempre nos deixa encabulados. Gostaria de tentar desmistificar um pouco o amor, tentar ensinar à todos uma definição que aprendi recentemente e que tem mudado muita coisa em minha vida, que tem sido um leme para guiar minhas atitudes, mesmo que as vezes eu me pegue traído por meus conceitos e hábitos antigos, desrespeitando essa definição.

Para começar a falar sobre o amor “ação” eu gostaria de lembrar os dois principais ensinamentos de Jesus Cristo:

- Amar a Deus sobre todas as coisas.

- Amar ao próximo como a si mesmo.

Esses dois ensinamentos são a base perfeita para se ter uma vida de paz e união em qualquer ambiente, seja em casa ou no trabalho. Mas quero que nos apeguemos e meditemos um pouco mais sobre essas duas colocações do Grande Homem:

- Amar a Deus sobre todas as coisas: isto é simples, pois Deus é o Ser supremo, cheio de bondade e de compaixão, um Pai que está de braços abertos para acolher seus filhos em todos os instantes. Para Ele pode-se pedir tudo, pode se queixar e contar os pensamentos mais vergonhosos, com isso amar a Deus torna-se uma tarefa simples e fácil.

- Amar ao próximo como a si mesmo: aqui a coisa começa a complicar, pois amar ao próximo quando este é sua esposa, seus filhos, seus pais ou até seus melhores amigos, também não é tão complicado, mas e quando este próximo é a pessoa que você tem maiores problemas de convívio ou, ainda, quando este próximo é um marginal? Será que somos capazes de amar estas pessoas conforme Jesus nos pede?

Com a definição de amor usualmente aceita por todos isso é impossível, pois amor para nós é querer bem alguém, é ter afeto por alguém, gostar de alguém ou até ter atração por alguém! Como podemos gostar de um estuprador? Como podemos gostar de políticos que nos roubam descaradamente e que estão envolvidos em escândalos intermináveis? Como podemos amar um funcionário que nos prejudicou? Ou ainda um vizinho que pára o carro todo dia na frente de nossa garagem e nos trata mal?

Bem, quero propor que tentemos entender o que Jesus realmente queria nos dizer com esses ensinamentos, o que ele queria nos dizer com a palavra amor em seus ensinamento. Será que ele realmente queria que nós tivéssemos afeto por pessoas más?

Grande parte do Novo Testamento foi escrito em grego e os gregos usavam várias palavras para descrever o multifacetado amor. Uma dessas palavras era eros, da qual se deriva a palavra erótico, e significa sentimentos baseados em atração sexual e desejo ardente. Outra palavra grega para amor é storgé, que é afeição, especialmente com a família e entre os seus membros. Nem eros nem storgé aparecem nas escrituras originais do Novo Testamento. Mais uma palavra grega que define amor é philos, ou fraterniadade, amor recíproco, uma espécide de amor condicional, ou seja, faça-me o bem que eu te faço também, desta palavra derivam-se termos como filosofia, philo=amor + sophia=sabedoria, ou seja, amor pelo conhecimento. Finalmente os gregos usavam o termo ágape e o verbo correspondente agapaó para descrever um amor incondicional, baseado no comportamento e nas atitudes com os outros sem exigir nada em troca. É o amor da escolha deliberada e é o amor usado por Jesus no Novo Testamento, um amor traduzido pelo comportamento e pela escolha, um amor racional e não o sentimento do amor.

Controlar nossos sentimentos com relação aos outros nem sempre é possível, pois os sentimentos são motivados pelas circunstâncias, eles não são racionais, não agem seguindo padrões, eles podem variar de acordo com o que ocorreu na véspera, porém nós podemos controlar nossas atitudes mediante aos outros, ao próximo. Por exemplo, podemos ter um vizinho muito chato, que nos trate de forma grosseira e seja arrogante, será impossível nós gostarmos dessa pessoa, querer bem essa pessoa, porém podemos nos comportar bem mediante ele, podemos ser pacientes, educados, honestos e respeitosos com ele, ou seja, podemos comportar-nos amorosamente, mesmo que ele opte em comportar-se mal.

Com isso quero dizer que amar não é, necessariamente, sinônimo de gostar, podemos amar uma pessoa sem gostar dela, basta apenas que nos comportemos bem mediante esta pessoa. Esse é o verdadeiro amor que Jesus quer que tenhamos pelo próximo. Em momento algum Jesus quer que saiamos nas ruas passando a mão na cabeça de marginais, tirando-os das prisões e aliviando suas penas, ele quer que nós os tratemos de forma correta, digna e que tomemos as atitudes certas mediante eles, mesmo que esta atitude seja condená-los, que esta atitude seja reeducá-los, Ele quer que nós nos comportemos amorosamente com relação à todos, deixando de lado os sentimentos.

Ainda na Bíblia, o capítulo 13 da Epístola aos Coríntios diz que o amor é paciente, bom, não se gaba nem é arrogante, não se comporta inconvenientemente, não quer tudo só para si, não condena por causa de um erro cometido, não se regozija com a maldade, mas com a verdade, suporta todas as coisas, agüenta tudo e sabe perdoar. Se observarmos essas definições de amor vemos que todas são comportamentos e não sentimentos.

Podemos dizer que realmente amamos o próximo quando nos comportamos mediante ela com:

Paciência – mostrar autocontrole

Bondade – dar atenção, apreciação e incentivo

Humildade – ser autêntico, sem pretensão, orgulho ou arrogância

Respeito – tratar as pessoas como se fossem realmente importantes

Abnegação – satisfazer as necessidades dos outros

Perdão – desistir de ressentimento quando enganado

Honestidade – ser livre de engano

Compromisso – ater-se às suas escolhas

Amar verdadeiramente alguém não é fácil, precisamos nos esforçar muito e nos monitorar constantemente para que não caiamos no erro, agindo de forma incorreta e injusta com o próximo. Porém gostaria de dizer que isso nos ajuda muito, que melhora muito nossa vida e contagia as pessoas que nos cerca, pois amor gera amor. Então ajamos com amor com todos, sem distinção alguma, sejamos justos e perfeitos no amor com o próximo para nos tornarmos dignos de sermos amados.

“Amar vinte homens durante um ano é fácil se comparado a amar um homem durante vinte anos” – Zsa-Zsa Gabor.

“Seja bom com os outros. A distância que você caminha na vida vai depender da sua ternura com os jovens, da sua compaixão com os idosos, sua compreensão com aqueles que lutam, da sua tolerância com os fracos e os fortes. Porque algum dia na vida você poderá ser um deles.” - George Washington Carver.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Yoga e estresse


Yoga e estresse - esvazie a mochila pesada


Alguns hábitos humanos tornam-se uma mochila pesada. Algumas pessoas tem o hábito: - de reclamar de tudo até do que gostam - de estarem ansiosos como demonstração socila de estarem sendo produtivos - de estarem ‘com pressa’ como demonstração de estarem super ocupados, sempre - de não ouvirem os outros porque oque ela “acho” é sempre mais importante - de terem um nível de exigência para com os outros impossível - de nunca estarem satisfeitos Costumo chamar isto tudo de ‘mochila pesada’. Esta mochila pesada tem um ônus: stress. Stress ainda é oque mais mata no mundo se considerarmos seus efeitos negativos por exemplo, como a hiper tensão arterial. Esvaziar uma mochila como esta não é tarefa fácil e não é tarefa impossível. Requer prática regular de yoga e um bocado de vontade de mudar. Mas a prática do yoga é retro alimentadora da sua própria motivação para mudar seus hábitos. Algumas posturas - yogasanas – trazem efeito imediato na primeira ou segunda aula. É efeito de curto prazo! Muitos aprendem através do yoga a esvaziarem a mochila rapidamente. Outros aprendem também a não enchê-la novamente de peso desnecessário.

Sandro Bosco
O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: ‘Hoje, eu não fiz nada de mal’. O importante é chegar em casa e dizer: ‘Hoje eu fiz o bem’.”


Nicholas Winton.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Pálido Ponto azul - Carl Sagan

Reflexões de Carl Sagan sobre o pálido ponto azul


Numa conferência em 11 de Maio de 1996, Sagan falou dos seus pensamentos sobre a histórica fotografia:

Olhem de novo para esse ponto. Isso é cá, isso é a nossa casa, isso somos nós. Nele, todos a quem amam, todos a quem conhecem, qualq
uer um do quem escutaram falar, cada ser humano que existiu, viveram as suas vidas. O agregado da nossa alegria e nosso sofrimento, milheiros de religiões autênticas, ideologias e doutrinas económicas, cada caçador e colheitador, cada heroi e covarde, cada criador e destrutor de civilização, cada rei e camponês, cada casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada mestre de ética, cada político corrupto, cada superestrela, cada líder supremo, cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu aí, num grão de pó suspenso num raio de sol.

A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica. Pensai nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, vieram eles ser amos momentâneos duma fração desse ponto. Pensai nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores dum canto deste pixel aos quase indistinguíveis moradores dalgum outro canto, quão frequentes as suas incompreensões, quão ávidos de se matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.

As nossas exageradas atitudes, a nossa suposta auto-importância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são reptadas por este pontinho de luz frouxa. O nosso planeta é um grão solitário na grande e envolvente escuridão cósmica. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de algures para nos salvar de nós próprios.

A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que alberga a vida. Não há mais algum, pelo menos no próximo futuro, onde a nossa espécie puder emigrar. Visitar, pôde. Assentar-se, ainda não. Gostarmos ou não, por enquanto, a Terra é onde temos de ficar.

Tem-se falado da astronomia como uma experiência criadora de firmeza e humildade. Não há, talvez, melhor demonstração das tolas e vãs soberbas humanas do que esta distante imagem do nosso miúdo mundo. Para mim, acentua a nossa responsabilidade para nos portar mais amavelmente uns para com os outros, e para protegermos e acarinharmos o ponto azul pálido, o único lar que tenhamos conhecido.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Plasma Universal Espiritual

Esse é um pensamento científico sobre um aspéctos das vidas espírito/materia. O acreditar está no íntimo de cada pessoa.





Do mesmo modo que o plasma astral é formado por sun-ânitons ivres, o plasma espiritual é formado por únions, também livres.
À medida que os sub-ânitons se vão descondensando, a matéria formada por eles vai subindo de dimensão. Se a descondensação continua, a nenergia que prende os únions não é suficiente, o sub-ânion deisntegra-se em únions que fundem-se ao plasma espiritual.
Como podemos perceber, o mundo espiritual é formado por matéria semelhante à nossa, apenas muitíssimo sutilizada.
A nossa matéria originou-se do plasma espiritual, através de um processo de condensações sucessivas e cada vez mais acentuadas: o plasma espiritual condensou-se e formou o plasma material que, por sua vez, formou as dimensões da nossa matéria ao condensar-se.
- E o plasma espiritual, surgiu de onde?
- Surgiu da energia pura, que é o plasma universal únicoe primordial. Não existe partícula menor que o únion. Além desdte, só a energia pura.
- É esse plasma universal único que chamamos Consciência Cósmica ou Deus?
- Não, Deus é tudo, logo, todos os planos e dimensões.
Quando o espírito se funde ao plasma universal único ou consciência cósmica, volta ao princípio de tudo, para, novamente, recomeçar um novo ciclo evolutivo, mas de outro reino (planetário, estrelas, galático etc).

USAMI, Herick Athayde. As dimensões e os extraterrestres. 2ª edição. Brasília: Valci, 1984. Páginas 46, 47, 48.