quarta-feira, 8 de abril de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Cientista defende que pode haver vida 'alienígena' na Terra
A Terra pode estar abrigando várias formas de vida alienígenas, completamente dissociadas dos seres vivos já conhecidos, segundo um cientista da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.
Em uma apresentação durante a conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago, o físico Paul Davies disse ainda que essas "vidas paralelas" podem estar escondidas em locais inóspitos, como desertos, lagos de sal, fontes hidrotermais e áreas com altas temperaturas e radiação solar.
Davies afirmou ainda que várias desses "seres estranhos" podem estar vivendo entre nós, em formas que ainda não são conhecidas.
Eles fez um apelo para que a comunidade científica lance uma "missão à Terra" para vasculhar ambientes tidos como hostis em busca de sinais de bioatividade.
"Não precisamos viajar a outros planetas para encontrar formas de vida estranhas. Elas podem estar bem aqui debaixo de nossos narizes", disse.
"É perfeitamente razoável a idéia de uma biosfera paralela aqui na Terra", defendeu. "Mas nunca ninguém se importou em procurar por ela. Eu pergunto: 'Por quê?'.
Não é caro - seria um custo bem menor do que se gasta procurando por extraterrestres."
Davies foi um dos palestrantes de um simpósio que explorou a possibilidade de que a vida se desenvolveu na Terra mais de uma vez.
Segundo os cientistas, os descendentes desta "segunda gênese" podem ter sobrevivido até hoje, em uma "biosfera paralela" que está além da percepção humana porque seus habitantes têm uma bioquímica muito diferente da nossa.
"Todos os nossos microscópios estão desenvolvidos para estudar a vida que nós conhecemos - então não é uma surpresa que não tenhamos encontrados micróbios com uma bioquímica diferente", afirmou Davies.
"Ainda não sabemos muito bem a aparência dessas formas de vida estranhas. É algo tão amplo como a própria imaginação, e é por isso que é tão difícil procurar por elas", disse.
Segundo o cientista, a base desses organismos poderia ser o DNA e o RNA, mas com um código genético distinto ou com diferentes aminoácidos. Ou ainda, essas criaturas poderiam apresentar diferenças mais acentuadas.
"Talvez um dos elementos usados pela vida - carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e fósforo - pode ter sido substituído por outros", explicou Davies. "Um dos exemplos é o arsênico, que é venenoso para o homem mas têm propriedades que dariam condições ideais ao desenvolvimento de micróbios."
Outro pesquisador, Steven Benner, da Universidade da Flórida, disse que antes de procurar por esses seres, é preciso provar que é possível criar novas moléculas capazes de sobreviver e evoluir.
Sua equipe desenvolveu um sistema químico sintético que precisa ser alimentado externamente, mas que é capaz de evoluir e se adaptar em uma geração seguinte.
"Nosso próximo passo será aplicar um processo de seleção natural", afirmou Benner.
Fonte: BBC Brasil
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Daniel Pinchbeck: 2012 como uma transição para uma nova forma de consciência
"Não devíamos nos fixar no ano 2012.
Eu diria que já estamos num período de transição, uma transição para uma nova forma de consciência humana, e esse processo deve se completar em algum ponto próximo dessa data. É importante notar que o processo está tomando forma agora, e está aumentando sua intensidade. Mas o que é esse processo? Eu tenho encarado o assunto por uma série de perspectivas filosóficas e esotéricas. Por exemplo, [...] [o psicanalista Carl] Jung propunha que mente e matéria na verdade não são separáveis, e a relação entre as duas se manifesta através de sincronicidades, conexões telepáticas e de várias outras maneiras. Ele percebia que a humanidade está suprimindo a "realidade da psique", e que essa supressão não pode durar para sempre. Antes de morrer ele viu diversos sinais que interpretou como possíveis passos rumo a uma mudança na natureza da psique.
O filósofo do século 20 Jean Gebser escreveu uma obra-prima sobre a evolução da consciência humana, "The Ever-Present Origin" (1986), na qual ele divide tal evolução em várias estruturas e estágios. De acordo com sua tese, a humanidade está à beira da passagem do que ele chama de estrutura "mental-racional" para uma que ele denomina "integral-aperspectiva".
A essência dessa transformação seria uma mudança no modo como compreendemos e vivenciamos o tempo. Nós também passaríamos a considerar estruturas antigas de consciência, como o misticismo e a magia, ao invés de rejeitá-las, como fazemos agora. Gebser nota que ainda nos imaginamos contidos num tempo definido por metáforas espaciais - "o tempo está acabando", "não temos mais tempo", "estou gastando meu tempo" etc. Tratamos o tempo como uma quantidade - pode-se ter o suficiente ou não. Mas, como Gebser aponta, o tempo não é nada disso - o tempo é um elemento estruturador subjacente da realidade, e nada tem a ver com espaço. Essa má-interpretação da natureza do tempo seria a causa de nossa atual crise - algo que ele descreve como o mesmo que tentar pilotar um jumbo dentro de uma salinha. Gebser não sabia sobre o calendário Maia, mas o que para mim é tão interessante sobre o calendário é que ele apresenta uma orientação diferente em relação ao tempo, uma que eu diria ser muito mais útil. Os dias são considerados "tons" que possuem uma relação harmônica entre si, girando em ciclos de 260 dias. A sincronicidade é parte integrante do calendário Maia, em oposição ao linear e arbitário calendário Gregoriano que nós usamos e que nos impõe um certo modelo de tempo linear. A visão de Arguelles [José Arguelles, líder espiritual new age e autor do livro "The Mayan Factor: Path Beyond Technology", sobre o calendário Maia] é que os calendários eram originalmente usados para nos sintonizar com os ciclos naturais, mas os calendários solares usados pela civilização ocidental têm sido artificialmente desincronizados, e não correspondem aos ciclos lunares. Isso acaba por nos afastar cada vez mais da ordem natural das coisas, rumo a padrões de comportamento cada vez mais artificiais, desincronizados e talvez até dementes. Especificamente, a data de 21 de dezembro de 2012 no calendário Maia conclui um ciclo de 5.125 anos, o que, para eles, é um movimento completo na história humana - englobando desde as origens da civilização (com a construção do Stonehenge e das pirâmides) até o período diante de nós, que eles pareciam considerar como um ponto de transformação inevitável para a evolução humana. Em termos astronômicos, naquela data o sol do solstício de inverno estará alinhado com [...] uma fenda escura no centro da Via Láctea. Hoje sabemos que existe um enorme buraco negro neste ponto - astrônomos de hoje descobriram-no vários anos atrás, mas o calendário Maia já chamava a fenda de "buraco negro" em sua época, de acordo com John Major Jenkins [autor de diversos livros sobre o assunto, entre eles "Maya Cosmogenesis 2012" (1998)]. Teríamos que aceitar a noção de que o movimento de enormes corpos celestes poderia estar exercendo algum tipo direto de efeito energético sobre a consciência humana na Terra - claro, esse tipo de idéia é a base da Astrologia, tal como da teoria egípcia para a Precessão dos Equinócios. Num nível intuitivo, uma coisa que eu enxergo sobre a transição é que a realidade parece estar reagindo sutilmente cada vez mais, ao mesmo tempo em que se torna menos densa em sua forma material. Isso parece acontecer em fases. Mais e mais pessoas que eu conheço - e isso é totalmente verdade - estão experimentando mais sincronicidades, mais pensar em algo e esse algo acontecer; pensar em alguém e esse alguém aparecer. É como se a atmosfera psíquica estivesse se aquecendo - ou, nos termos de Gebser, como se a consciência estivesse se intensificando. É claro que o único modo de afirmar que isso está acontecendo é cuidadosamente tomando nota de suas próprias experiências, observações e estados de consciência."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Poder e Vaidade
Mas, ao lado das misérias materiais há outras de maior gravidade, que são as misérias morais.
A vaidade é uma delas. Mistura-se a todas as ações humanas, e mancha os pensamentos mais delicados. Penetra o coração e o cérebro.
Planta má, a vaidade abafa a bondade. Todas as qualidades são aniquiladas por seu veneno.
Faz com que os homens se esqueçam de Deus, que se constitui em socorro apenas implorado nos momentos de aflição, e jamais o amigo convidado ao banquete da alegria.
A vaidade por si só se constitui em obstáculo ao progresso moral dos homens, mas quando está de mãos dadas com o poder, torna-se nefasta.
Nos tempos em que as estradas poeirentas da Galiléia ainda eram marcadas pelas sandálias humildes do Sublime Nazareno, um ensinamento singular ficou impresso na história através de um diálogo do Cristo com um senador romano.
Jesus falou-lhe de humildade, mas aquele homem investido dos poderes e glórias transitórios, deixou-se arrebatar por uma onda de orgulho e questionava-se mentalmente:
Humildade? Que credenciais apresentava o profeta para lhe falar assim, a ele, senador do Império Romano, revestido de todos os poderes?
Lembrou a cidade dos césares, coberta de triunfos e glórias, cujos monumentos acreditava, naquele momento, fossem imortais.
Jesus, conhecedor das leis eternas e imutáveis que regem a vida, percebendo seus pensamentos, respondeu com serenidade e firmeza:
─ Todos os poderes do teu império são bem fracos e todas as suas riquezas bem miseráveis...
As magnificências dos césares são ilusões efêmeras de um dia, porque todos os sábios, como todos os guerreiros, são chamados no momento oportuno aos tribunais da justiça de meu Pai que está no Céu.
Um dia, deixarão de existir suas águias poderosas sob um punhado de cinzas misérrimas. Suas ciências se transformarão ao sopro dos esforços de outros trabalhadores mais dignos do progresso. Suas leis injustas serão tragadas no abismo tenebroso destes séculos de impiedade, porque só uma lei existe e sobreviverá aos escombros da inquietação do homem:
A lei do amor, instituída por meu Pai, desde o princípio da criação...
Nesses ditos de Jesus, há um singular ensinamento: a transitoriedade das ostentações humanas construídas sob os impositivos da vaidade.
E Jesus tinha razão. Dois milênios após, pouca coisa restou daquele império tido como imortal. Restam hoje apenas algumas ruínas que o tempo se encarregará de extinguir.
Todavia, o tempo não logrará destruir os ensinamentos grandiosos legados à humanidade pelos cidadãos romanos que se dedicaram em construir patrimônios imperecíveis, não sujeitos às leis da matéria.
***
Deus, antes de colocar a humanidade sobre a face da Terra a enfeitou de belezas naturais, revestiu-a de todos os elementos e recursos necessários ao nosso bem-estar.
Para iluminar o dia, ele nos deu o Sol, radiação gloriosa. E para clarear as noites salpicou-as de estrelas como se fossem flores de ouro.
E nós, o que temos para ofertar a Deus, senão o nosso coração?
Mas, longe de enfeitá-lo com alegrias, virtudes e esperanças e permitir que Deus o penetre, só o fazemos quando o luto, as amarguras e decepções nos visitam e nos ferem.
Deixemos a vaidade de lado e ofertemos o nosso coração livre de dores.
Ofereçamo-lo a Deus como homens, de pé, e não como escravos, de joelhos. Lembremo-nos de Deus também nas horas de alegria e felicidade.
Mensagem

Jesus foi a mais sublime das criaturas, o mais querido dos filhos e o mais perseguido pelos próprios favorecidos de seu amor.
E quando achar que para a violência não existe solução, recorda o remédio, ainda não tomado, que o Cristo nos deixou para que esta triste vertigem fosse apagada do seio da Terra, nos prometendo vida com mais alegria:
- "Amai-vos como eu vos amei".
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Mais que um olhar
http://terratv.terra.com.br/templates/channelContents.aspx?channel=2471&contentid=217462
sábado, 22 de novembro de 2008
Amor e Renúncia
AMOR E RENÚNCIA
A conversa informal durante o café da manhã foi mais uma oportunidade de aprendizado, para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas.
Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar.
Mas, a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.
Ela agradeceu novamente, dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar, nem adoçante dietético.
Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Então ela contou a sua história.
Disse que, logo depois que se casara, havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.
Contudo, aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.
Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto, durante a Segunda Guerra Mundial.
Disse que, por causa do racionamento, conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro.
Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem.
Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce.
* * *
Hoje em dia, talvez uma atitude dessas cause espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.
Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.
Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira.
Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.
Não estamos falando de anulação, nem de subserviência de um ou de outro, mas, simplesmente, da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.
Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste, por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.
Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação, senão não é amor, é egoísmo.
Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude?
Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora.
Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia do lar.
Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho.
Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.
* * *
O matrimônio é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos - Espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolução.
Redação do Momento Espírita, com base no verbete Matrimônio, do livro Repositório de sabedoria, v.II, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.Em 19.05.2008.
www.momento.com.br suporte@momento.com.br
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
A Zona NULA
A "ZONA NULA"
Muito rapidamente, a Terra vai ser transformada em um Paraíso, além de qualquer comparação. Os Anjos estarão encarregados das tarefas de manutenção da ordem necessária. Dentro de um período de 12 horas depois de ocorrido a aterrissagem maciça, organizar-se-ão programas de treinamento para cada um dos seres humanos, para que estejam devidamente informados do que acontecerá quando nós consigamos restaurar a plena consciência dos seres humanos. Os Visitantes Estelares têm tecnologia que pode fazer que os Trabalhadores da Luz obtenham uma consciência plena em um período de tempo máximo de 16 horas. Uma realidade plenamente consciente é bastante diferente do que estão esperando, e assim, os Trabalhadores da Luz estarã preparados para ajudar a todos os seres humanos localizados em seu raio de influência, a realizar seu ajuste vibratório antes da chegada à Terra, da Zona Nula do Cinturão de Fótons.
O Cinturão de Fótons é similar a um tornado maciço de energia. Na medida em que esta nova energia entre em choque com seu corpo físico, ela viajará e se deslocará através de todas suas células, e ativará sua Glândula pineal, hoje adormecida, e simultaneamente, seu corpo físico começará a mudar seu DNA. Nesse cenário, seu corpo físico começará seu processo de transformação o que terminará com uma cura instantânea de todos os males e doenças físicas que os possam estar afligindo até esse momento.Consequentemente, aleijados e inválidos caminharão, os cegos recuperarão a vista, os surdos começarão a escutar, e os desconsolados, sós e perdidos, estarão plenos e premiados com felicidade. Muito rapidamente, vocês se tornarão telepáticos.Atualmente, o Cinturão de Fótons é como uma onda, que curará e sanará tudo o que esteja mau ou defeituoso, em todo seu Sistema Solar.
Consequentemente, o Sistema Solar em seu conjunto chegará a ser plenamente consciente, inclusive os planetas.
Tudo isto acontecerá em questão de horas …. e para alguns, em questão de minutos. A passagem de seu Sistema Solar pela chamada "Zona Nula" será rápida, embora talvez, um tanto incômoda para alguns, mas o importante é que graças ao efeito do Cinturão de Fótons, vocês se converterão em seres plenamente conscientes e, nesse estado, vocês poderão tornar realidade tudo o que vocês queiram que se manifeste. Logo, a "Zona Nula" já não será um problema.
seus irmãos, OS PLEYADIANOS
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Portal 11:11
O "Portal 11:11" foi aberto em 11 de janeiro de 1992 e se fechará em 31 de dezembro de 2012. Esse "Portal" é geralmente concebido como uma lacuna ou ruptura entre dois mundos. Pode ser visto também como um abismo ou separação que tem o potencial de unir duas esferas diferentes de energia. O Universo possui vórtices ou portais dimensionais que funcionam como pontes para outras espirais de consciência e este é o momento em que o planeta Terra vive sua graduação ou nascimento em uma nova oitava vibratória, digamos assim. Estamos em meio a grandes mudanças e isto, conseqüentemente, está gerando tumulto, confusão e medo. No entanto, as novas e poderosas energias que chegaram até nós (com a abertura do "Portal 11:11"), nos moveram até uma nova espiral consciencial, onde as energias da dualidade e separatividade foram removidas de nossas esferas. O "Projeto 11:11" é uma ativação planetária, ou ponte para uma nova espiral de padrão energético, completamente diferente da vivida até então.
O movimento através do "11:11" muda o alinhamento posicional do nosso atual sistema do "Grande Sol Central" para aquilo que é chamado de "Sistema do Grande Sol Central Maior". Fomos alinhados com o nosso "Grande Sol Central" através de um processo de polarização (nós na dualidade). Precisamos nos erguer agora e sair da espiral antiga. A influência de nosso Sol Central, Alcione, um dos sóis da constelação das Plêiades sobre nós, é tema do "Cinturão de Fótons". Em termos bem simples, o "Cinturão de Fótons" representa uma energia que está chegando à Terra e servirá de freqüência harmonizadora com a qual a Terra passará a ressoar. Trata-se da procissão do nosso sistema solar ao redor de Alcione. Essa procissão cíclica em sentido anti-horário, requer 25.860 anos para completar sua órbita. Como ensina a civilização Maia, este é o período de um ciclo galáctico. Como existe o ciclo das estações, o grande ciclo galáctico também tem suas estações e cada estação tem suas características ditadas pela freqüência. Nós estamos entrando numa freqüência diferente, com uma mudança nos padrões de clima. Nós já estamos expostos à energia do "Cinturão de Fótons" e ela simplesmente aumentará de intensidade.