Vivemos no momento histórico em que se aproxima a integral instalação da Nova Era, tempo em que efetivamente haverá mudança radical na Terra, não somente climática ou geográfica, como tanto propalado; mas, principalmente, transformações de valores e visões espirituais.
A Nova Era está sendo implantada, mais acentuadamente a partir de 2004 e, a cada ano, com mais intensidade até o derradeiro ano de 2012, conforme tem sido informado por recentes mensagens canalizadas, coincidindo estas com previsões de antigos povos e com constatações científicas.
O autor inglês, David Icke explicita que: Nós estamos agora no meio de talvez o maior desses ciclos, um que acontece, segundo estimativas, só uma vez a cada 26.000 anos, e o calendário Maya prevê que o ponto crítico de mudança é 12 de dezembro de 2012. Esse é o real ponto focal da transformação, não o manufaturado Milênio.
Estes ciclos de consciência são como entradas ou portais que se abrem para aqueles que estão pronto para passar para um estado muito mais alto de consciência. (...) Mas o que nós estamos encarando agora, ao que parece, não é um portal, mas sim um vasto abismo de oportunidades para uma transformação global que desafiará todas as crenças atuais.
Textos de escolas religiosas e de mistério têm previsto isto abertamente ou simbolicamente por milhares de anos. Agora a evidência física, espiritual e, crescentemente, científica pode confirmar que a denominada "Grande Mudança das Eras" está sobre nós.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
2012
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Amar é uma ação
A princípio meu tema poderá parecer desconfortável para alguns, senão para todos nós, pois falar de amor não é fácil e escutar as vezes é mais difícil ainda, sempre nos deixa encabulados. Gostaria de tentar desmistificar um pouco o amor, tentar ensinar à todos uma definição que aprendi recentemente e que tem mudado muita coisa em minha vida, que tem sido um leme para guiar minhas atitudes, mesmo que as vezes eu me pegue traído por meus conceitos e hábitos antigos, desrespeitando essa definição.
Para começar a falar sobre o amor “ação” eu gostaria de lembrar os dois principais ensinamentos de Jesus Cristo:
- Amar a Deus sobre todas as coisas.
- Amar ao próximo como a si mesmo.
Esses dois ensinamentos são a base perfeita para se ter uma vida de paz e união em qualquer ambiente, seja em casa ou no trabalho. Mas quero que nos apeguemos e meditemos um pouco mais sobre essas duas colocações do Grande Homem:
- Amar a Deus sobre todas as coisas: isto é simples, pois Deus é o Ser supremo, cheio de bondade e de compaixão, um Pai que está de braços abertos para acolher seus filhos em todos os instantes. Para Ele pode-se pedir tudo, pode se queixar e contar os pensamentos mais vergonhosos, com isso amar a Deus torna-se uma tarefa simples e fácil.
- Amar ao próximo como a si mesmo: aqui a coisa começa a complicar, pois amar ao próximo quando este é sua esposa, seus filhos, seus pais ou até seus melhores amigos, também não é tão complicado, mas e quando este próximo é a pessoa que você tem maiores problemas de convívio ou, ainda, quando este próximo é um marginal? Será que somos capazes de amar estas pessoas conforme Jesus nos pede?
Com a definição de amor usualmente aceita por todos isso é impossível, pois amor para nós é querer bem alguém, é ter afeto por alguém, gostar de alguém ou até ter atração por alguém! Como podemos gostar de um estuprador? Como podemos gostar de políticos que nos roubam descaradamente e que estão envolvidos em escândalos intermináveis? Como podemos amar um funcionário que nos prejudicou? Ou ainda um vizinho que pára o carro todo dia na frente de nossa garagem e nos trata mal?
Bem, quero propor que tentemos entender o que Jesus realmente queria nos dizer com esses ensinamentos, o que ele queria nos dizer com a palavra amor em seus ensinamento. Será que ele realmente queria que nós tivéssemos afeto por pessoas más?
Grande parte do Novo Testamento foi escrito em grego e os gregos usavam várias palavras para descrever o multifacetado amor. Uma dessas palavras era eros, da qual se deriva a palavra erótico, e significa sentimentos baseados em atração sexual e desejo ardente. Outra palavra grega para amor é storgé, que é afeição, especialmente com a família e entre os seus membros. Nem eros nem storgé aparecem nas escrituras originais do Novo Testamento. Mais uma palavra grega que define amor é philos, ou fraterniadade, amor recíproco, uma espécide de amor condicional, ou seja, faça-me o bem que eu te faço também, desta palavra derivam-se termos como filosofia, philo=amor + sophia=sabedoria, ou seja, amor pelo conhecimento. Finalmente os gregos usavam o termo ágape e o verbo correspondente agapaó para descrever um amor incondicional, baseado no comportamento e nas atitudes com os outros sem exigir nada em troca. É o amor da escolha deliberada e é o amor usado por Jesus no Novo Testamento, um amor traduzido pelo comportamento e pela escolha, um amor racional e não o sentimento do amor.
Controlar nossos sentimentos com relação aos outros nem sempre é possível, pois os sentimentos são motivados pelas circunstâncias, eles não são racionais, não agem seguindo padrões, eles podem variar de acordo com o que ocorreu na véspera, porém nós podemos controlar nossas atitudes mediante aos outros, ao próximo. Por exemplo, podemos ter um vizinho muito chato, que nos trate de forma grosseira e seja arrogante, será impossível nós gostarmos dessa pessoa, querer bem essa pessoa, porém podemos nos comportar bem mediante ele, podemos ser pacientes, educados, honestos e respeitosos com ele, ou seja, podemos comportar-nos amorosamente, mesmo que ele opte em comportar-se mal.
Com isso quero dizer que amar não é, necessariamente, sinônimo de gostar, podemos amar uma pessoa sem gostar dela, basta apenas que nos comportemos bem mediante esta pessoa. Esse é o verdadeiro amor que Jesus quer que tenhamos pelo próximo. Em momento algum Jesus quer que saiamos nas ruas passando a mão na cabeça de marginais, tirando-os das prisões e aliviando suas penas, ele quer que nós os tratemos de forma correta, digna e que tomemos as atitudes certas mediante eles, mesmo que esta atitude seja condená-los, que esta atitude seja reeducá-los, Ele quer que nós nos comportemos amorosamente com relação à todos, deixando de lado os sentimentos.
Ainda na Bíblia, o capítulo 13 da Epístola aos Coríntios diz que o amor é paciente, bom, não se gaba nem é arrogante, não se comporta inconvenientemente, não quer tudo só para si, não condena por causa de um erro cometido, não se regozija com a maldade, mas com a verdade, suporta todas as coisas, agüenta tudo e sabe perdoar. Se observarmos essas definições de amor vemos que todas são comportamentos e não sentimentos.
Podemos dizer que realmente amamos o próximo quando nos comportamos mediante ela com:
Paciência – mostrar autocontrole
Bondade – dar atenção, apreciação e incentivo
Humildade – ser autêntico, sem pretensão, orgulho ou arrogância
Respeito – tratar as pessoas como se fossem realmente importantes
Abnegação – satisfazer as necessidades dos outros
Perdão – desistir de ressentimento quando enganado
Honestidade – ser livre de engano
Compromisso – ater-se às suas escolhas
Amar verdadeiramente alguém não é fácil, precisamos nos esforçar muito e nos monitorar constantemente para que não caiamos no erro, agindo de forma incorreta e injusta com o próximo. Porém gostaria de dizer que isso nos ajuda muito, que melhora muito nossa vida e contagia as pessoas que nos cerca, pois amor gera amor. Então ajamos com amor com todos, sem distinção alguma, sejamos justos e perfeitos no amor com o próximo para nos tornarmos dignos de sermos amados.
“Amar vinte homens durante um ano é fácil se comparado a amar um homem durante vinte anos” – Zsa-Zsa Gabor.
“Seja bom com os outros. A distância que você caminha na vida vai depender da sua ternura com os jovens, da sua compaixão com os idosos, sua compreensão com aqueles que lutam, da sua tolerância com os fracos e os fortes. Porque algum dia na vida você poderá ser um deles.” - George Washington Carver.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Yoga e estresse
Yoga e estresse - esvazie a mochila pesada

quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Reflexões de Carl Sagan sobre o pálido ponto azul
Numa conferência em 11 de Maio de 1996, Sagan falou dos seus pensamentos sobre a histórica fotografia:
Olhem de novo para esse ponto. Isso é cá, isso é a nossa casa, isso somos nós. Nele, todos a quem amam, todos a quem conhecem, qualquer um do quem escutaram falar, cada ser humano que existiu, viveram as suas vidas. O agregado da nossa alegria e nosso sofrimento, milheiros de religiões autênticas, ideologias e doutrinas económicas, cada caçador e colheitador, cada heroi e covarde, cada criador e destrutor de civilização, cada rei e camponês, cada casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada mestre de ética, cada político corrupto, cada superestrela, cada líder supremo, cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu aí, num grão de pó suspenso num raio de sol.A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica. Pensai nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, vieram eles ser amos momentâneos duma fração desse ponto. Pensai nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores dum canto deste pixel aos quase indistinguíveis moradores dalgum outro canto, quão frequentes as suas incompreensões, quão ávidos de se matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.
As nossas exageradas atitudes, a nossa suposta auto-importância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são reptadas por este pontinho de luz frouxa. O nosso planeta é um grão solitário na grande e envolvente escuridão cósmica. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de algures para nos salvar de nós próprios.
A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que alberga a vida. Não há mais algum, pelo menos no próximo futuro, onde a nossa espécie puder emigrar. Visitar, pôde. Assentar-se, ainda não. Gostarmos ou não, por enquanto, a Terra é onde temos de ficar.
Tem-se falado da astronomia como uma experiência criadora de firmeza e humildade. Não há, talvez, melhor demonstração das tolas e vãs soberbas humanas do que esta distante imagem do nosso miúdo mundo. Para mim, acentua a nossa responsabilidade para nos portar mais amavelmente uns para com os outros, e para protegermos e acarinharmos o ponto azul pálido, o único lar que tenhamos conhecido.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Plasma Universal Espiritual

Do mesmo modo que o plasma astral é formado por sun-ânitons ivres, o plasma espiritual é formado por únions, também livres.
À medida que os sub-ânitons se vão descondensando, a matéria formada por eles vai subindo de dimensão. Se a descondensação continua, a nenergia que prende os únions não é suficiente, o sub-ânion deisntegra-se em únions que fundem-se ao plasma espiritual.
Como podemos perceber, o mundo espiritual é formado por matéria semelhante à nossa, apenas muitíssimo sutilizada.
A nossa matéria originou-se do plasma espiritual, através de um processo de condensações sucessivas e cada vez mais acentuadas: o plasma espiritual condensou-se e formou o plasma material que, por sua vez, formou as dimensões da nossa matéria ao condensar-se.
- E o plasma espiritual, surgiu de onde?
- Surgiu da energia pura, que é o plasma universal únicoe primordial. Não existe partícula menor que o únion. Além desdte, só a energia pura.
- É esse plasma universal único que chamamos Consciência Cósmica ou Deus?
- Não, Deus é tudo, logo, todos os planos e dimensões.
Quando o espírito se funde ao plasma universal único ou consciência cósmica, volta ao princípio de tudo, para, novamente, recomeçar um novo ciclo evolutivo, mas de outro reino (planetário, estrelas, galático etc).
USAMI, Herick Athayde. As dimensões e os extraterrestres. 2ª edição. Brasília: Valci, 1984. Páginas 46, 47, 48.
domingo, 19 de setembro de 2010
Aguardemos...

Em qualquer circunstância, espera com paciência.
Se alguém te ofendeu, espera.
Não tomes desfôrço a quem já carrega a infelicidade
em si mesmo.
Se alguém te prejudicou, espera.
Não precisas vingar-te de quem já se encontra assinalado
pela justiça.
Se sofres, espera.
A dor é sempre aviso santificante.
Se o obstáculo te visita, espera.
O embaraço de hoje,muita vez,é benefício amanhã.
A fonte, ajudando onde passa, espera pelo rio e atinge o oceano vasto.
A árvore,prestando incessante auxílio,espera pela flor e ganha a benção do fruto.
Todavia,a enxada que espera, imóvel,adquire a ferrugem que a desgasta.
O poço que espera, guardando águas paradas, converte a si próprio em vaso de
podridão.
Sejam,pois, quais forem as tuas dificuldades, espera, fazendo em favor dos outros
o melhor que puderes, a fim de que a tua esperança se erga sublime, em luminosa realização.
(Chico Xavier - Emmanuel - Palavras de Vida Eterna)
sábado, 18 de setembro de 2010
Motivos de resignação

O evangelho segundo o espiritismo, capítulo 5 - 13.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O DIA EM QUE A TERRA PAROU.
Quando o Sol parou em Canaã e não nasceu nos Andes.
Uma pista válida e completamente ignorada pelos estudiosos, é a repetição
em muitas histórias e lendas de que ocorreu nos Andes uma escuridão
assustadora em tempos remotos.
Ninguém se perguntou se era a mesma escuridão o não nascer do sol em
sua hora mencionada nas lendas mexicanas sobre a história de Teotihuacan
e suas pirâmides.
Se realmente ocorreu tal fenômeno o sol não apareceu e a noite foi
interminável ele teria sido observado pelas Américas.
As lembranças mexicanas e as andinas parecem corroborar umas com as
outras nesse ponto, assim confirmando as próprias versões, como duas
testemunhas distintas do mesmo evento.
Porém, se isso ainda não é suficientemente convincente, podemos juntar as
provas da Bíblia, tendo como testemunha o próprio Josué.
Segundo alguns relatos.
Um acontecimento insólito ocorreu na Terra e várias civilizações antigas
contam de gerações a gerações esse acontecimento, são histórias que
viraram lendas, ou lendas que viraram histórias.
Muitos povos, como o povo Peruano e Mexicano tem em suas lendas que
em um determinado instante em tempos remotos, seus Deuses ficaram
furiosos com tanta desordem, "os bons costumes foram esquecidos e as
pessoas se entregaram a todos os tipos de vícios" que ordenou que o sol
deixasse de brilhar por muito tempo, para que todos assim soubessem de
sua ira.
Em outras palavras, a noite não terminou no horário de sempre e o nascer-
do-sol foi adiado durante vinte horas.
Depois de grande comoção, confissões de pecados, sacrifícios e orações, o
sol finalmente apareceu.
Esse fenômeno não pode ter sido um eclipse, porque nenhum eclipse dura
tanto tempo. Além disso, os peruanos, por exemplo, tinham conhecimento
de tais eventos periódicos.
As lendas não dizem que o sol desapareceu. Apenas afirmam que "não
houve aurora" por vinte horas.
Foi como se o sol, onde quer que tenha se escondido, tivesse parado. Se a
lembrança andina for verdadeira, então, em algum outro lugar do lado
oposto do mundo o DIA durou duas vezes mais, ou seja, teria se estendido
por vinte horas a mais.
Incrivelmente, um acontecimento desse tipo está registrado. E não há lugar
melhor do que a própria Bíblia para falar dele.
Está tudo escrito no Livro de Josué capítulo 10:
“O Sol parou no meio dos céus e não se apressou a descer durante um dia
inteiro”.
Foi quando os Israelitas, sob a liderança de Josué, atravessaram o rio
Jordão para a sua Terra prometida e tomaram com êxito as cidades de
Jericó e Aí ...
Os peritos lutaram por muitas gerações com essa história do capítulo 10 do
Livro de Josué.
Alguns descartam a passagem, considerando-a como ficção; outros vêem
ali o reflexo de um mito; outros, ainda, tentam explicar como um
prolongado eclipse do sol. Mas não existem tais eclipses desconhecidos e
muito menos eclipses que duram tanto tempo assim.
E a história não fala do desaparecimento do sol. Pelo contrário, relata um
evento durante o qual o sol continuou a ser visto, pendurado nos céus por
"cerca de um dia inteiro" vamos dizer, cerca de vinte horas?
O incidente, cuja singularidade é reconhecida na Bíblia, ocorreu do outro
lado da Terra, em relação aos Andes, descrevendo um fenômeno oposto ao
que ocorrera no Peru e descrito em suas lendas ou mitos.
Em Canaã o sol não se pôs por cerca de vinte horas; nos Andes o sol não se
levantou pelo mesmo período de tempo.
O fato de as duas histórias descreverem o mesmo acontecimento e se
originarem em lugares diferentes da Terra, não constituiriam uma prova de
sua veracidade?
Que acontecimento foi esse, ainda permanece um mistério.
A única pista bíblica foi a menção neste mesmo livro de Josué, capítulo
10.11, onde diz que “o Senhor lançou sobre eles, do céu, grandes pedras até
Azeca...”
Sabemos que as histórias não descrevem uma parada do sol (e da lua), e
sim uma perturbação da rotação terrestre em seu eixo.
Uma causa possível seria a passagem de um cometa muito próximo à Terra,
e desintegrando-se no processo.
Desde que a órbita de alguns cometas ocorra no sentido horário em relação
ao sol, fica em sentido oposto ao da Terra e dos demais planetas. Tal força
cinética poderia ter agido por algum tempo na rotação terrestre,
diminuindo-a.
Qualquer que tenha sido a causa de tal fenômeno, o que nos interessa aqui é
o fato, e fenômeno descrito demonstrando uma possível para da rotação da
Terra.
FRONTEIRAS DO TEMPO / ESPAÇO
AS ABELHAS E A QUARTA DIMENSÃO
Autores: Adriano de Moraes e Alexandra Stupariu
Porto Alegre / RS 3/08/2007

